Saudações [aos corações] ..... !
Coração eu te saúdo!
Ouve o que eu digo através de ti:
Fui eu o primeiro a abrir a primeira janela
Enquanto todas estavam fechadas.
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segunda-feira, 18 de julho de 2016
segunda-feira, 22 de abril de 2013
fenix
Que solidão!
Apenas eu.
Mas eu irei me erguer novamente,
Para depois cair de novo.
Irei começar de novo,
Não sei ainda como.
Mas irei começar de novo,
mais uma vez.
Que solidão!
Mas eu tenho música,
E ela me abraça a alma inteira.
Apenas eu.
Mas eu irei me erguer novamente,
Para depois cair de novo.
Irei começar de novo,
Não sei ainda como.
Mas irei começar de novo,
mais uma vez.
Que solidão!
Mas eu tenho música,
E ela me abraça a alma inteira.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
solitário
tarde de concreto
o inevitável sorriu
no firmamento
Abriu-se um fogo
amor escarlate
Quebrando as paredes
Mergulhando nos vidros
Inflamas todos os corações
Tua razão é uma estrela
corpos giram ao teu redor
te guardaram numa esfera de plasma
Teu coração vermelho
Se estende no branco
Teu coração vermelho
Queima o azul
És mais que a estrela
És mais que uma estrela
Que a estrela das estrelas!
Senhor de fogo
Conheço a tua solidão
que arde enquanto amas.
o inevitável sorriu
no firmamento
Abriu-se um fogo
amor escarlate
Quebrando as paredes
Mergulhando nos vidros
Inflamas todos os corações
Tua razão é uma estrela
corpos giram ao teu redor
te guardaram numa esfera de plasma
Teu coração vermelho
Se estende no branco
Teu coração vermelho
Queima o azul
És mais que a estrela
És mais que uma estrela
Que a estrela das estrelas!
Senhor de fogo
Conheço a tua solidão
que arde enquanto amas.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
primeira estrela
Mar de estrelas!
E as Glórias da manhã!
Primeira estrela
Tragas teu afã misterioso
Syrius! só tu entendes,
Na tua solidão celeste
Do alto desta torre
A minha solidão
Tu que brilhas sozinha
Do alto do firmamento
Entre flares e ventos
Não podes estar sozinha
Pois que do teu peito emana luz!
...
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
A Pira do Ipiranga
Na Pira do Ipiranga
O Fogo da Cidade ardia
Ardia na pedra da pira
e refletia:
Sobre o céu cinzento
A nuvens caminham espessas
Os transeuntes aos milhares.
Alguns passeiam,
Outros correm desesperados
Da escravidão do dever.
Fora aqueles, estes
permanecem quase mortos,
Da inanição do abandono.
Enquanto o Fogo arde na Pira de Pedra
Enquanto a imensa cidade se contaminava de pedra.
Subiam sob os ramos da Razão contaminada
Um material duro e seco
Amparado em vigas
Erguiam as paredes da cidadela morta
E a peste que nascia
Dos muros enormes
Penetrava os corações menores
Petrificados pela solidão,
Guarneciam a vida
[Em inacabáveis quadrículos
De formato indefensável],
Do ar.
Sob a batalha que seguia
Na ordem do dia
Segundo se via na memória
Gravada na Pira
E os olhos de Deus fitando
Os pobres transeuntes, de cima
Lançavam uma onda de luz e calor
E como era de sempre se esperar
O céu chorava
A chuva caia.
E o Fogo da Pira que Ardia apagava suave
E agora todos voltam pra casa,
O Sol, os homens, o dia.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
outubro
do coração do céu de outubro
o calor abraça a terra
as nuvens cantam juntas
e o sol diz: voltei!
e, quando faz calor no coração de outubro
o céu abraça o mar
os peixes sonham que o mar é o céu
e o sol diz : voltei
e o sol diz: voltei
voltei!
o calor abraça a terra
as nuvens cantam juntas
e o sol diz: voltei!
e, quando faz calor no coração de outubro
o céu abraça o mar
os peixes sonham que o mar é o céu
e o sol diz : voltei
e o sol diz: voltei
voltei!
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